quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Múmiais


                                         Múmias Naturais
    
     A múmia é um cadáver, cuja pele e órgãos foram preservados intencional ou acidentalmente pela exposição a produtos químicos, frio extremo(múmias de gelo), umidade muito baixa e etc. Atualmente, o mais antigo cadáver mumificado(naturalmente)decapitado foi uma cabeça decapitada, com 6000 anos, encontrado em 1936. As múmias mais famosas são as egípcias, destacando-se aos faraós, Tutancâmon, Seti primeiro e Ramsés segundo, embora a primeira múmia conhecida, apelidada de Ginger, remonta a cerca de 3300 antes de cristo
   
    Regiões pantanosas, chamadas de bogs. Nestes terrenos a acidez da água, as baixas temperaturas e a falta de oxigênio são combinados para curtir os tecidos moles dos corpos escondidos nas águas, normalmente sacrifícios rituais e assasinatos. Tais múmias são bastante bem conservados, normalmente os esqueletos se decompõe, mas em alguns casos é possivel determinar última refeição do conteúdo estomacal. 
     Em 1972, foram descobertas oito múmias extraordinariamente bem conservadas em uma comunidade Inuit, chamada Qilakitsoq, na Groenlândia. As Múmias da Groenlândia é um grupo formado por um bebê de seis meses, um garoto de quatro anos e seis mulheres de varias idades, que morreram há aproximadamente 500 anos. Os corpos foram mumificados por causa das temperaturas abaixo de zero e os ventos secos que cercam a caverna onde foram encontrados.   








                  Múmias  não Naturais


   O processo era realizado por especialistas em mumificação e seguia as seguintes etapas:

1º - retirava-se as víceras (fígado, coração, rins, intestinos, estômago, etc.) O cérebro também era extraído. aplicava-se uma espécie de ácido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. 

2º - O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias.

3º - enchia-se o corpo com serragem. Aplicava-se também alguns “perfumes” e outras substâncias para conservar o corpo. 

Após a múmia estar finalizada, era colocada dentro de um sarcófago, que seria levado à pirâmide para ser protegido e conservado. O processo era tão eficiente que, muitas múmias, ficaram bem preservadas até os dias de hoje. Elas servem como importantes fontes de estudos para egiptólogos. Com o avanço dos testes químicos, hoje é possível identificar a causa da morte de faraós, doenças contraídas e, em muitos casos, até o que eles comiam. 












Um comentário:

  1. Ok.
    Porém, este texto foi copiado da Internet.
    A partir de agora eu e a Prof. Joice vamos tolerar menos este processo. Hoje eu permito esta publicação.
    Avaliação: Bom

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